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All Hallows Read




Algumas sugestões de Neil Gaiman para ler durante a semana de Halloween. Não que eu comemore a festa americana, mas é a única época que realmente começam a pipocar filmes, livros e séries (inclusive o especial de Os Simpsons) de terror.

Post by Andreia D'Oliveira (2011-10-23 22:00)

Tags: Neil Gaiman Halloween

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Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida – Eduardo Spohr


Título Original: Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida
Autor: Eduardo Spohr
Editora: Verus
ISBN: 9788576861416
Páginas: 473

Havia começado.Era o princípio do fim.

IMAGINE que todas as lembranças que você possui não são suas, mas sim da alma de uma criança, que foi aprisionada em seu corpo. Pior, imagine que esta prisão tornou a ligação entre vocês tão forte, que só a sua morte poderia libertá-la. Como desgraça pouca é bobagem, além de todos estes conflitos pessoais você ainda teria que terminar uma missão – da qual não se lembra – para ninguém menos que o Arcanjo Gabriel. Pois é, essa é a situação em que se vê Rachel – ou melhor a ishim Kaira – a protagonista de Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântica, no segundo romance de Eduardo Spohr, o autor de A Batalha do Apocalipse.

Revisitando seu universo, Spohr nos apresenta agora personagens menos poderosos, mas nem por isso menos carismáticos. Na verdade a exposição dos desejos e sentimentos dos celestes nesta narrativa, em algumas passagens em oposição ao seus deveres, acaba por torná-los demasiadamente humanos.

Devo confessar – e já tinham me dito que isso iria acontecer – que estou apaixonada por Denyel. O querubim exilado reúne em si todos os adjetivos e clichês que poderíamos atribuir a Han Solo (de Star Wars) ou Dean (de Supernatural). A imagem criada para ele pelo ilustrador Andrés Ramos (o nerdcaster Amigo Imaginário pode ser vista na Home Page do livro) é realmente perfeita. Até as provocações do celeste a Urakin – anjo da casta de Denyel, porém fiel a causa do Arcanjo Gabriel - deixam a atmosfera tensa mais debochada. Outra personagem que gostei muito foi do ofanin (ou Anjo da Guarda) Levih. Ele é fiel a sua causa, o bonzinho de toda a história e o mentor de Kaira em suas (re)lembranças.

Os vilões também são um show a parte, e teimo em dizer assustadores. Ao melhor estilo Tolkien alguns anjos assumem avatares – forma de permanecerem e se misturarem com os humanos do NOSSO lado da película – com formas mais intimidadoras que um corpo de homem ou mulher. Um exemplo é Forcas, descrito como “um leão de juba negra e assustadores olhos vermelhos”.

Falando em coisas assustadoras, algumas passagens da narrativa me chocaram de verdade como no capítulo Apartamento 617, que conta a trajetória do demônio Sirith, ao angariar raptores para encontrarem o grupo de heróis, deu-me uma sensação de angústia e um certo horror por conta do tom da descrição que causou-me espanto depois da leitura.

A única coisa que ainda me incomoda um pouco – mesmo após a explicação do autor na tarde de autógrafosque ocorreu lá no Conjunto Nacional – é com a facilidade com que os anjos passeam a milênios pela humanidade, sem que isso acabe não os cansando, ou deixando-os presos a pessoas e épocas. Maldita Anne Rice!

Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântica não é A Batalha do Apocalipse. Ainda bem. Acertando mais uma vez Sr. Spohr!

Vida longa e próspera ao Glotoverso!

Post by Andreia D'Oliveira (2011-10-23 21:31)

Tags: Filhos do Éden Eduardo Spohr

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Dragões de Éter: Caçadores de Bruxas – Raphael Draccon


Título Original: Dragões de Éter – Caçadores de Bruxas
Autor: Raphael Draccon
Editora: LeYa
ISBN: 9788562936333
Páginas: 440

Foi a época em que caíram fadas. Em que nasceram bruxas. Em que destronaram Reis. Dragões geraram-se do Éter e príncipes se tornaram sapos.

ERA uma vez um mundo maravilhoso chamado Nova Éter. Nele conheci o maior de todos os seus monarcas, o Rei Branford de Arzallum, sua esposa, a rainha Terra e seus dois lindos e encantados filhos, os príncipes Anísio e Axel.

Não pense, porém, que travei conhecimento apenas da realeza. Também ouvi falar de plebeus como Ariane Narin e os irmãos Hanson, que possuíam histórias diferentes, mas marcadas por um grande mal. Ariane, por exemplo, quando tinha nove anos, viu sua avó ser assassinada enquanto os irmãos Hanson foram enganados e aprisionados por uma senhora com gostos e modos muito ruins e excêntricos, para dizer o mínimo…

Falando em Mal, se esse tem uma encarnação em Nova Éter, ele pode ser chamado de Jamil Coração-de-Crocodilo, o pirata que conseguiu a façanha de ser mais cruel que seu próprio pai, e olha que seu pai era daquele tipo de pessoa que odeia criancinhas…

Quando nossa história começa, o Reino Arzallum parecia calmo e tranquilo, mérito atribuído ao Rei pela grande matança por ele comandada, intitulada Caça as bruxas, encenada uma vez por ano no Majestade, o teatro erguido em homenagem a vitória sobre as feiticeiras. Acreditava-se que após esta inquisição o reino estaria livre de todo mal, será? Parece que não.

Caçadores de Bruxas, primeiro livro da trilogia Dragões de Éter do autor brasileiro Raphael Draccon, é um livro de fantasia de primeira grandeza.

A narrativa alternada entre os capítulos aponta uma espécie de simultaneidade de ações. A princípio, reagimos a ela como um recurso utilizado apenas para suspensão de algum acontecimento, causando uma ansiedade e apreensão, mas fica clara a real intenção quando, por exemplo, ocorre a invasão do porto de Andreanne: sabemos o que se passa com cada uma das personagens e como cada uma delas, mesmo não estando juntas, percebem este ataque e que atitudes estão tomando.

Quanto as personagens… Ah foi uma (re)descoberta! Todos sabemos que a problemática do lobo querer comer a Chapeuzinho Vermelho se dá porque a mãe a manda ir fazer uma visita a sua avó, que mora em um casebre no meio da floresta. O que não nos passa pela cabeça é por que uma mãe mandaria sua filha de nove anos, sozinha, por tal caminho perigoso para uma criança? Também não imaginamos que tipo de marcas podem ter ficado em João e Maria após os irmãos terem tido contato com uma bruxa tão má, e quais sequelas esse contato poderia ter-lhes deixado…

Misturando Rock’n'Roll, Contos de Fadas e Games, Raphael Draccon conseguiu a maior de todas as façanhas: um texto coeso, sem “gordura”, dinâmico e, o mais importante: muito divertido.

Dito isso, só algo me incomodou: o uso de gírias. Não por eu ser purista, muito longe disto, mas quando se usa uma gíria acaba-se datando o livro, e Dragões de Éter entrou, pelo menos para mim, no mesmo grupo de histórias atemporais e, por isso, universais e eternas.

Post by Andreia D'Oliveira (2011-09-27 11:23)

Tags: Dragões de Éter Caçadores de Bruxas Raphael Draccon

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Neil Gaiman – Deuses Americanos


Título Original: American Gods
Autor: Neil Gaiman
Editora: Conrad
ISBN: 9788576164593
Páginas: 447

As fronteiras de nosso país, senhor? Como assim, senhor? Pelo norte, fazemos fronteira com a Aurora Boreal; pelo leste, com o sol nascente; pelo sul, com a procissão dos Equinócios; e, pelo oeste, com o Dia do Julgamento Final.
INFLAMAÇÕES no nariz e na garganta, dores, doses cavalares de anti-inflamatórios e antibióticos fizeram com que eu ficasse de molho neste último fim de semana. Seguindo o velho clichê de filme hollywoodiano “se a vida lhe der limões, faça uma limonada”, decidi usar esta indisposição a meu favor e terminei de ler Deuses Americanos de Neil Gaiman.

Shadow estava preso por espancar dois homens quase até a morte. Parecia que tinha algo a ver com sua esposa… Estava prestes a ganhar sua liberdade condicional e foi chamado para a sala do diretor do presidio. A boa noticia é que sairia uma semana antes da data, a ruim é que essa liberação fora dada porque Laura, sua mulher, envolveu-se em um acidente de trânsito e morrera.

Na viagem de volta, Shadow conhece um homem que decide empregá-lo. Parece que esse homem sabia tudo a seu respeito, da morte de sua esposa e daquele que o empregaria, seu melhor amigo Robbie.

Wednesday, o homem que contratou Shadow – que após os últimos eventos aceitou o emprego de motorista por ter ficado sem melhores opções – anuncia uma tempestade ao seu novo contratado, que começa a perceber que o mal tempo não tem nenhuma ligação com o clima. Uma guerra está por vir e no campo de batalha os combatentes não serão homens e, sim, deuses.

A pergunta que permeia todo o romance é: o que acontece quando nossas crenças são substituídas? O que ocorre com um Leprachaum quando começamos a adorar um Smurf ou com Apolo quando adoramos ao Elvis? Somos responsáveis por aquilo em que acreditamos?

A tempestade é armada em torno do antigo e do novo. Deuses como o empregador de Shadow contra entidades como a Mídia e as Auto-estradas. Junto com o protagonista passeamos por entre seres divinos, que parecem mais mundanos que nós. Percebemos que nada é o que realmente parece ser e, o mais importante: os deuses dependem mais de nós do que nós deles. Conseguimos sobreviver sem adorá-los. Uma vez esquecidos, eles ficam fracos e perecem.

Preste atenção nas histórias que permeiam o livro, que parecem não ter nada a ver com a trama, mas que servem para ilustrar aqueles que chegaram na América através de seus adoradores. Os gênios árabes (que são criaturas, no mínimo, cruéis), as entidades africanas, e os deuses nórdicos que apontam até para os dias da semana em inglês #FicaDica

Fazia algum tempo que estava afastada deste autor inglês, com cara de cantor de Rock, a quem tanto devo minhas melhores – e piores – histórias lidas na vida. A primeira vez que tive contato com alguma coisa que fazia referência a Neil Gaiman foi em 2001, em um especial chamado Vertigo Inverno. Confesso que comprei a revista em quadrinhos porque estampava na capa John Constantine, que eu já acompanhava na época. Fiquei intrigada com a personagem Sandman e decidi procurar outras histórias. Depois que terminei a saga escrita pelo autor, procurei outras obras chegando no desnecessário 1602. Depois de alguns anos afastada, agora dou de cara com o romance Deuses Americanos. Gaiman, você está perdoado!

Post by Andreia D'Oliveira (2011-09-15 15:50)

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Original e Cópia: Meu Querido Pônei

Sim, estão acabando com o mundo como o conheço. Vampiros não morrem ao sair no Sol, ser Nerd agora é legal e um dos meus brinquedos favoritos da infância vira uma coisa realmente feia no extra da propaganda da Nissan.

Quando me apresentaram pela primeira vez a propaganda, confesso que fiquei um pouco incomodada, principalmente porque para mim tinha muita ligação com a infância, mas percebi que realmente foi muito bem sacada: a propaganda fala exatamente para a minha geração, o público alvo do automóvel.

Segue abaixo um episódio de Meu Querido Pônei - My Little Pony, no original - e a propaganda da Nissan:



Post by Andreia D'Oliveira (2011-09-15 15:43)

Tags: Original e Cópia

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Original e Cópia: The Matrix

O ano era 1999 e dois irmãos criaram a obra que fez muitos fãs de ficção científica esquecerem-se das batalhas espaciais ou dos robôs e travarem uma guerra contra si e ao sistema em que estavam inseridos. Sob as palavras de Morpheus de “a Matrix está em todo lugar” entendemos o que era este software, estupefatos e desesperados por mais, porém nada foi mais copiado do que o Bullet Time.

O efeito criado pelos diretores Andy e Larry Wachowski podem ser observados, sem nenhum contexto aparente, em filmes como Panteras: Detonando e Shrek.

Abaixo estão as cenas de The Matrix e Kung Pow



Post by Andreia D'Oliveira (2011-09-15 15:40)

Tags: Original e Cópia

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Original e Cópia: Negócio arriscado

Sinceramente: sou fã de Tom Cruise, mas existem alguns filmes dele que não consigo engolir. Um dele é Negócio arriscado, mas é inegável que a cena em que dança - para o desespero dos pais e satisfação das meninas, na década de 80 - tiveram algumas referências muito engraçadas. A seguir, a cena original:

A próxima é da série de TV The Nanny, estrelada por Fran Drescher. Na cena temos o mordomo Nales:

Post by Andreia D'Oliveira (2011-09-15 15:36)

Tags: Original e Cópia

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